quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Muricy esfria empolgação e não relaciona Dória e Centurión para o clássico
Dia no CT da Barra Funda foi de expectativa pela estreia dos reforços diante do Santos nesta quarta; Muricy Ramalho, no entanto, divulga relação com apenas uma novidade: Souza
Na contramão dos indícios e da empolgação da torcida, o técnico Muricy Ramalho resolveu não relacionar os dois últimos reforços contratados pelo São Paulo para o clássico desta quarta-feira, às 22h, contra o Santos. Mesmo elogiados e devidamente regularizados, o zagueiro Dória e o argentino Ricardo Centurión nem sequer estarão na Vila Belmiro pela 4ª rodada do Campeonato Paulista.A decisão foi tomada no fim da tarde desta terça-feira, após o fim dos treinamentos no CT da Barra Funda. Muricy comandou trabalho tático das 15h às 16h, rachão na hora seguinte e finalizou as atividades com finalizações. Mais tarde, divulgou a lista para o clássico San-São com os mesmos atletas relacionados para a vitória por 2 a 0 sobre o XV de Piracicaba, mais o volante Souza, recuperado de lesão na canela direita.

Antes do anúncio da lista no site oficial do Tricolor, o próprio camisa 5 confirmou que participaria do jogo na Baixada Santista. Souza também se mostrou favorável à participação de Dória e Centurión no confronto. Segundo o marcador, seria importante para a dupla passar pela primeira noite de concentração no CT para melhorar a integração com o elenco e sentir o clima de um clássico no estádio do Peixe.
- Eu fui perguntado e, mesmo sem estar 100%, quis jogar. Quero jogar. Se eu não jogar, não pego condicionamento e ritmo. Eles também precisam jogar, conhecer mais o grupo, o clima. Seria legal se eles fossem para o jogo. Mas aí não é comigo. Tenho que fazer o meu trabalho e estou feliz que ele (Muricy) falou que vou para o jogo. Estou preparado caso ele me coloque como titular - opinou.
Confira a lista de relacionados do São Paulo para o clássico com o Santos:
Goleiros: Rogério Ceni e Denis
Laterais: Bruno e Reinaldo
Zagueiros: Rafael Toloi, Lucão e Edson Silva
Volantes: Denilson, Souza, Maicon e Hudson
Meias: Paulo Henrique Ganso, Michel Bastos e Thiago Mendes
Atacantes: Luis Fabiano, Alexandre Pato, Alan Kardec, Jonathan Cafu e Ewandro
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Reforços treinam e São Paulo pode ter Souza no San-São; volante quer jogar
Contratados recentemente, Dória e Centurión participaram pela primeira vez de atividade com o grupo nesta segunda-feira. Já Souza voltou a treinar após pancada e pode reforçar no clássico
O São Paulo se reapresentou nesta segunda-feira com novidades. Últimos reforços anunciados pelo clube, o zagueiro Dória e o meio-atacante Centurión treinaram pela primeira vez com o grupo, em atividade técnica no CT da Barra Funda.
A dupla treinou sob sol forte, na atividade de dois toques, visando aperfeiçoar o passe e o entrosamento entre os jogadores. Aparentemente em boas condições físicas, a dupla fica na dependência da regularização de documentos para poder estrear pelo Tricolor. No Paulistão, eles devem ser inscritos até esta terça-feira, prazo final dos listados para a primeira fase. Já na Libertadores, o São Paulo tem até o dia 17, véspera da estreia, para enviar os inscritos.
Pelo pouco tempo de atividades com os demais companheiros, é improvável que Dória e Centurión atuem já nesta quarta-feira, no clássico contra o Santos, na Vila Belmiro. No entanto, o técnico Muricy Ramalho conta com eles para a estreia na Libertadores e, por isso, precisa testá-los o quanto antes. Depois do Santos, a equipe terá apenas o Bragantino, no sábado, antes de começar a luta pelo tetracampeonato da América, provavelmente contra o Corinthians, na Arena.
SOUZA PEDE PARA JOGAR O CLÁSSICO
Outra boa notícia para Muricy foi o retorno do volante Souza aos treinos. Foi a primeira atividade do jogador com o grupo após se recuperar de uma pancada na perna direita. O volante se machucou no Torneio de Manaus, antes do Campeonato Paulista, na partida contra o Flamengo e ainda não estreou no Estadual. E isso poderá acontecer nesta quarta, contra o Santos, se depender da vontade do atleta.
Após perder as três primeiras rodadas, em que o São Paulo conquistou três vitórias com Maicon em seu lugar, Souza se colocou à disposição da comissão técnica para o clássico e pediu para ser levado. Nesta segunda, ele ainda treinou com uma proteção na perna e atuou como coringa, podendo passar a bola para os dois times. A posição evitou que o volante dividisse bola com os companheiros.
No último sábado, depois da vitória sobre o XV de Piracicaba, Muricy demonstrou preocupação com a situação do jogador, colocando em dúvida até sua participação na estreia na Libertadores.
O técnico, no entanto, reforçou a importância de contar com todos os jogadores o quanto antes, para montar o time da estreia. Os zagueiros Breno, Paulo Miranda e Rodrigo Caio, recuperados de lesão, mas aprimorando a parte física, ainda não estão à disposição, assim como o lateral-esquerdo Carlinhos e o meia Daniel, ainda lesionados.
Por outro lado, Muricy também recebeu o retorno do lateral-direito Auro, que estava com a Seleção sub-20 na disputa do Campeonato Sul-Americano da categoria, no Uruguai.
O São Paulo se reapresentou nesta segunda-feira com novidades. Últimos reforços anunciados pelo clube, o zagueiro Dória e o meio-atacante Centurión treinaram pela primeira vez com o grupo, em atividade técnica no CT da Barra Funda.A dupla treinou sob sol forte, na atividade de dois toques, visando aperfeiçoar o passe e o entrosamento entre os jogadores. Aparentemente em boas condições físicas, a dupla fica na dependência da regularização de documentos para poder estrear pelo Tricolor. No Paulistão, eles devem ser inscritos até esta terça-feira, prazo final dos listados para a primeira fase. Já na Libertadores, o São Paulo tem até o dia 17, véspera da estreia, para enviar os inscritos.
Pelo pouco tempo de atividades com os demais companheiros, é improvável que Dória e Centurión atuem já nesta quarta-feira, no clássico contra o Santos, na Vila Belmiro. No entanto, o técnico Muricy Ramalho conta com eles para a estreia na Libertadores e, por isso, precisa testá-los o quanto antes. Depois do Santos, a equipe terá apenas o Bragantino, no sábado, antes de começar a luta pelo tetracampeonato da América, provavelmente contra o Corinthians, na Arena.
SOUZA PEDE PARA JOGAR O CLÁSSICO
Outra boa notícia para Muricy foi o retorno do volante Souza aos treinos. Foi a primeira atividade do jogador com o grupo após se recuperar de uma pancada na perna direita. O volante se machucou no Torneio de Manaus, antes do Campeonato Paulista, na partida contra o Flamengo e ainda não estreou no Estadual. E isso poderá acontecer nesta quarta, contra o Santos, se depender da vontade do atleta.
Após perder as três primeiras rodadas, em que o São Paulo conquistou três vitórias com Maicon em seu lugar, Souza se colocou à disposição da comissão técnica para o clássico e pediu para ser levado. Nesta segunda, ele ainda treinou com uma proteção na perna e atuou como coringa, podendo passar a bola para os dois times. A posição evitou que o volante dividisse bola com os companheiros.
No último sábado, depois da vitória sobre o XV de Piracicaba, Muricy demonstrou preocupação com a situação do jogador, colocando em dúvida até sua participação na estreia na Libertadores.
O técnico, no entanto, reforçou a importância de contar com todos os jogadores o quanto antes, para montar o time da estreia. Os zagueiros Breno, Paulo Miranda e Rodrigo Caio, recuperados de lesão, mas aprimorando a parte física, ainda não estão à disposição, assim como o lateral-esquerdo Carlinhos e o meia Daniel, ainda lesionados.
Por outro lado, Muricy também recebeu o retorno do lateral-direito Auro, que estava com a Seleção sub-20 na disputa do Campeonato Sul-Americano da categoria, no Uruguai.
Dória diz que seria “decepcionante” sair do clube no meio da Libertadores
A Copa Libertadores da América é o grande objetivo do São Paulo para este primeiro semestre, mas o zagueiro Dória não sabe se poderá disputar fases decisivas caso o Tricolor avance na busca pelo título. O jogador está emprestado pelo Olympique de Marselha até 30 de junho, mas a semifinal e a decisão do torneio continental serão em julho e agosto, respectivamente.
O atleta, que foi apresentado oficialmente na segunda-feira, admite que seria “decepcionante” não disputar o título pelo Tricolor por questões contratuais. Se o clube avançar, o zagueiro teria de contar com uma renovação no Morumbi, dependendo dos interesses da equipe francesa também, mas prefere não pensar nisso neste momento.
“Tenho três competições para disputar no meu período aqui e todas são importantes. Claro que a Libertadores é o que o clube está visando e tenho vontade também, vou querer brigar por todos esses títulos. Se chegar à final, todo jogador vai querer estar presente. Participar de uma campanha brilhante e não jogar a final seria decepcionante. Mas prefiro pensar jogo a jogo, não posso falar da decisão se nem estreamos ainda. Agora, o foco é o jogo contra o Santos”, comentou.
O São Paulo tem o clássico na Vila Belmiro nesta quarta-feira, pelo Paulistão. Já a estreia no torneio continental está agendada para dia 18, com grande chance de ser contra o Corinthians, que derrotou o Once Caldas por 4 a 0 no primeiro jogo da pré-Libertadores. Mesmo com a ampla vantagem alvinegra, Dória ainda não o inclui na disputa do grupo 2.
“O Corinthians ainda não está, tem mais um jogo. Mas vi o sorteio (dos grupos) na época e todo mundo falou que é o mais difícil mesmo. Temos de enfrentar o que Deus colocar na nossa frente. Na Libertadores, às vezes, o time que você pensa que será fácil acaba complicando sua vida. Vou pensar jogo a jogo e temos tudo para fazer uma excelente campanha”, declarou.
Os dois clubes que já estão oficialmente garantidos no mesmo grupo do São Paulo são o atual campeão da Libertadores, San Lorenzo (da Argentina), e o Danúbio (do Uruguai).
O atleta, que foi apresentado oficialmente na segunda-feira, admite que seria “decepcionante” não disputar o título pelo Tricolor por questões contratuais. Se o clube avançar, o zagueiro teria de contar com uma renovação no Morumbi, dependendo dos interesses da equipe francesa também, mas prefere não pensar nisso neste momento.
“Tenho três competições para disputar no meu período aqui e todas são importantes. Claro que a Libertadores é o que o clube está visando e tenho vontade também, vou querer brigar por todos esses títulos. Se chegar à final, todo jogador vai querer estar presente. Participar de uma campanha brilhante e não jogar a final seria decepcionante. Mas prefiro pensar jogo a jogo, não posso falar da decisão se nem estreamos ainda. Agora, o foco é o jogo contra o Santos”, comentou.
O São Paulo tem o clássico na Vila Belmiro nesta quarta-feira, pelo Paulistão. Já a estreia no torneio continental está agendada para dia 18, com grande chance de ser contra o Corinthians, que derrotou o Once Caldas por 4 a 0 no primeiro jogo da pré-Libertadores. Mesmo com a ampla vantagem alvinegra, Dória ainda não o inclui na disputa do grupo 2.
“O Corinthians ainda não está, tem mais um jogo. Mas vi o sorteio (dos grupos) na época e todo mundo falou que é o mais difícil mesmo. Temos de enfrentar o que Deus colocar na nossa frente. Na Libertadores, às vezes, o time que você pensa que será fácil acaba complicando sua vida. Vou pensar jogo a jogo e temos tudo para fazer uma excelente campanha”, declarou.
Os dois clubes que já estão oficialmente garantidos no mesmo grupo do São Paulo são o atual campeão da Libertadores, San Lorenzo (da Argentina), e o Danúbio (do Uruguai).
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
O MITO FELIZ ANIVERSÁRIO !!!
Rogério Mücke Ceni (Pato Branco, 22 de janeiro de 1973) é um futebolista brasileiro que atua como goleiro. Atualmente, joga pelo São Paulo.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Todos os times têm ídolos. Só o São Paulo tem o M1TO.
Revelado em 1990 pelo Sinop Futebol Clube, foi contratado no mesmo ano pelo São Paulo Futebol Clube, equipe da qual é titular desde 1997. Sua maior característica é a lealdade ao clube que serve, sendo atualmente o jogador que mais vestiu a camisa de um clube na história do futebol mundial, batendo o recorde com 1117 partidas, superando Pelé, que vestiu a camisa do Santos em 1116 jogos, o norte-irlandês Noel Bailie, que mantém o recorde europeu com 1013 jogos pelo modesto Linfield, e Ryan Giggs, que disputou 963 partidas pelo Manchester United.
Respeito No Futebol!!!
Fair Play significa jogo justo, jogar limpo, ter espírito esportivo, em português. Fair Play é uma expressão do inglês que significa modo leal de agir.
O conceito de fair play está vinculado à ética no meio esportivo, onde os praticantes devem procurar jogar de maneira que não prejudiquem o adversário de forma proposital. Vários atletas já foram punidos por falta de fair play.
Os praticantes de todas as modalidades esportivas devem procurar se empenhar e disputar os jogos cumprindo as regras, sob pena de serem desclassificados, porém atualmente essa expressão é empregada em praticamente todos os segmentos da sociedade moderna, e toma o significado de trabalhar ou apresentar conduta de acordo com padrões éticos, sociais e morais.
Fair play tem uma correlação com espírito esportivo, muito pela influência do marketing e da mídia pressionando os atletas por melhores resultados, fazendo com que eles pensem na vitória a qualquer preço, muitas vezes utilizando meios ilícitos, como o doping, a manipulação genética, processos de naturalização, entre outros, quebrando assim, os princípios do jogo limpo.
A FIFA, organismo responsável pelo futebol a nível mundial, dá muita importância ao fair play, sendo que um dos seus lemas é: My Game is Fair Play, que significa O Meu Jogo é Fair Play.
sábado, 29 de novembro de 2014
Falecido nesta sexta-feira, comediante mexicano Chespirito quase gravou filme com Pelé
“Seria melhor ter ido ver o filme do Pelé.” A frase incansavelmente repetida em um episódio de “Chaves” quase transcendeu o seriado. Falecido nesta sexta-feira, aos 85 anos, o ator Roberto Gómez Bolaños chegou a receber um telefonema do Rei do Futebol, na década de 1970, interessado em gravar um longa-metragem ao lado dos famosos personagens mexicanos.
“Chespirito conversou com Pelé! Queríamos muito um filme dele, gravado no Brasil. Pena que não deu certo”, contou o ator Edgar Vivar, o intérprete do “Seu Barriga” e do “Nhonho”, em uma entrevista concedida para a Gazeta.net em 2012.
Com diversas referências ao futebol em sua obra, Bolaños não achava que o “Chaves” fosse um personagem propenso para estrelar nos cinemas. Torcedor fanático do América do México, ele chegou a gravar o longa “El Chanfle” para homenagear a equipe do coração, porém não levou adiante o projeto com Pelé.
Na versão original de Chaves, inclusive, “El Chanfle” é o verdadeiro “filme do Pelé” que o personagem principal teima em assistir quando vai ao cinema com Seu Barriga, Seu Madruga, Professor Girafales, Dona Florinda, Dona Clotilde e Chiquinha. A adaptação não diminui a admiração de Roberto Gómez Bolaños pelo ídolo brasileiro.
Em 2011, o ator se emocionou ao receber das mãos do apresentador Carlos Massa, o Ratinho, uma camisa da Seleção Brasileira autografada pelo ex-jogador. “Ao Rei do Humor, Chespirito, do amigo, Rei Pelé” foi o que o brasileiro escreveu no uniforme amarelo, o suficiente para deixar Bolaños com os olhos marejados. “Edson Arantes do Nascimento, Pelé. Muito obrigado. Meu coração é absolutamente seu”, ele agradeceu.
Na Copa do Mundo de 1970, disputada no México, todo o elenco de Chaves já havia conseguido se aproximar do Rei do Futebol. “Conheci o Pelé naquela ocasião, sabia? Em um evento de inauguração dos jogos, fiquei sentado duas ou três fileiras à frente dele. Nossa, era Pelé! Pelé! Eu não acreditava. Meu coração começou a bater mais forte ao vê-lo. Só não pude apertar a sua mão porque ele estava em um lugar afastado, especial, perto do presidente do México”, recordou Edgar Vivar, o Seu Barriga.
Mais de quatro décadas depois, quem chamou a atenção em uma Copa do Mundo realizada no Brasil foi o próprio Chaves. Em grande número no País, os torcedores mexicanos se fantasiaram com trajes do consagrado personagem mexicano – e também do herói Chapolin Colorado – para torcer por sua seleção no torneio vencido pela Alemanha.
Chaves ainda influenciou muitos dos grandes jogadores dessa geração. Astros do Barcelona, o argentino Messi e o brasileiro Neymar já se vestiram de “Quico”, mais uma criação de Bolaños, para participar de festas à fantasia.
Luto em Tangamandápio
Pequena cidade mexicana que ganhou fama por causa do personagem “Jaiminho”, de Chaves, Tangamandápio está de luto com a notícia da morte de Roberto Gómez Bolaños.
“Estamos consternados, já que ele foi uma pessoa com capacidade de fazer rir crianças, jovens e adultos com um humor limpo, claro e honesto. Ainda não acreditamos no que nos informou a televisão. Talvez Deus tenha decidido que esse é o melhor caminho e que ele deva descansar em paz. Nessa altura, já deve estar fazendo rir o Todo-Poderoso”, comentou Roberto Escobar, ex-carteiro (tal qual Jaiminho) em Tangamandápio.
O mexicano aproveitou para desejar melhoras a Pelé, internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, com infecção renal. “Lamentamos que o Pelé esteja doente e vamos rogar ao Criador que dê o melhor a ele. Ele sempre colocou o Brasil e o futebol no alto. Aqui, no México, é lembrado como um grande ídolo”, disse Escobar.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
"Sempre otimista", Muricy já acredita em permanência de Ceni
Definitivamente, a decisão de Rogério Ceni de se aposentar em dezembro pode ter sofrido uma reviravolta. Dois dias depois de conversar com ele no vestiário do Morumbi, logo após a eliminação para o Atlético Nacional, Muricy Ramalho deu a entender nesta sexta-feira que o goleiro lhe ouviu e concordou em prolongar a carreira.
"Sou sempre otimista. Quando falo alguma coisa para alguém é porque sei que vou ter sucesso. Dificilmente, eu jogo conversa fora. Se eu sinto que não vou conseguir algum resultado, procuro não falar. Com certeza, se eu falar com alguém é porque vou conseguir resultado", disse o treinador do São Paulo.
Nem a diretoria nem o jogador, no entanto, confirmam qualquer decisão. Como na temporada passada, é provável que o anúncio - qualquer que seja - saia apenas no site do clube, a despeito do grande interesse da torcida a respeito do futuro de seu maior ídolo, como lembrou Muricy ao ser questionado se ele também repensa a ideia de pôr fim à carreira em dezembro do ano que vem.
"Acho que o momento é do maior ídolo da história. Não se trata de pouca coisa. Estamos tratando do maior ídolo da história do clube. Isso é prioridade. Sou um simples técnico, que tenho uma carreira vitoriosa, mas não vai acontecer nada se eu parar", observou o tricampeão brasileiro pelo clube, que não pede agradecimentos caso Ceni decida, de fato, continuar em 2015.
"Tem que agradecer ao presidente (Carlos Miguel Aidar), ao Ataíde (Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol). Eles é que vão fazer com que ele fique. E também agradecer a ele próprio. Aqui, ninguém está fazendo favor para ninguém. Ele pode ser meu amigo, estamos há mais de 20 anos juntos, mas, se falo alguma coisa, é porque eu acho. Se ele não tivesse condições, nem o ano passado continuaria aqui. Quando dou minha opinião, dou uma opinião técnica, não de amizade", argumentou.
Por ora, o goleiro-artilheiro tem apenas mais dois compromissos com a camisa 1 tricolor, ambos pelo Campeonato Brasileiro. O penúltimo deles neste domingo, diante do Figueirense, no Morumbi.
"Sou sempre otimista. Quando falo alguma coisa para alguém é porque sei que vou ter sucesso. Dificilmente, eu jogo conversa fora. Se eu sinto que não vou conseguir algum resultado, procuro não falar. Com certeza, se eu falar com alguém é porque vou conseguir resultado", disse o treinador do São Paulo.
Nem a diretoria nem o jogador, no entanto, confirmam qualquer decisão. Como na temporada passada, é provável que o anúncio - qualquer que seja - saia apenas no site do clube, a despeito do grande interesse da torcida a respeito do futuro de seu maior ídolo, como lembrou Muricy ao ser questionado se ele também repensa a ideia de pôr fim à carreira em dezembro do ano que vem.
"Acho que o momento é do maior ídolo da história. Não se trata de pouca coisa. Estamos tratando do maior ídolo da história do clube. Isso é prioridade. Sou um simples técnico, que tenho uma carreira vitoriosa, mas não vai acontecer nada se eu parar", observou o tricampeão brasileiro pelo clube, que não pede agradecimentos caso Ceni decida, de fato, continuar em 2015.
"Tem que agradecer ao presidente (Carlos Miguel Aidar), ao Ataíde (Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol). Eles é que vão fazer com que ele fique. E também agradecer a ele próprio. Aqui, ninguém está fazendo favor para ninguém. Ele pode ser meu amigo, estamos há mais de 20 anos juntos, mas, se falo alguma coisa, é porque eu acho. Se ele não tivesse condições, nem o ano passado continuaria aqui. Quando dou minha opinião, dou uma opinião técnica, não de amizade", argumentou.
Por ora, o goleiro-artilheiro tem apenas mais dois compromissos com a camisa 1 tricolor, ambos pelo Campeonato Brasileiro. O penúltimo deles neste domingo, diante do Figueirense, no Morumbi.
Antes de Ceni renovar, mascote o substitui para lançar camisa
Minutos antes de Carlos Miguel Aidar surgir e anunciar a permanência de Rogério Ceni em 2015, a sala de imprensa do CT da Barra Funda havia sido usada na manhã desta sexta-feira pela Penalty para apresentar oficialmente o uniforme que, após causar polêmica, será utilizado pelo goleiro nos dois últimos jogos do ano. O jogador, no entanto, não compareceu ao evento e foi substituído de forma constrangedora pelo mascote do clube.
A explicação de Julio Casares (vice-presidente de marketing, que supriu a ausência do presidente) foi a de que a presença do capitão o forçaria a responder sobre a decisão a respeito de seu futuro - até então não tomada, segundo o dirigente, que negou se tratar de prevenção quanto ao mal-estar gerado recentemente pela fornecedora de material esportivo ao dar como certa a aposentadoria do ídolo."Definimos em conjunto que, neste momento, pela circunstância difícil de tomar a decisão, não queríamos expô-lo. É claro que seria inevitável a questão sobre parar ou continuar (a carreira), e esta coletiva é apenas de explicação do lançamento e do próprio lançamento. A estratégia foi nossa. Até porque, quando ele vier a tomar a decisão, aí sim fará uma coletiva específica para isso", justificou Casares.
Antes de mostrar para as câmeras a camisa petróleo cuja imagem já havia vazado na internet, na segunda-feira, o diretor de marketing da Penalty, Rafael Gouvêia, fez questão de pedir desculpas por conta do convite divulgado na semana passada, no qual a empresa tratava o lançamento como o evento em que o goleiro anunciaria "o término de sua carreira" e apresentaria "ao público sua última camisa pelo São Paulo".
"Antes de mais nada, é importante, como representante da Penalty, comunicar um pedido de desculpas pela falha de comunicação no convite deste evento. Cabe ao atleta apenas essa decisão. Nós nos desculpamos com o São Paulo e com o Rogério na ocasião", salientou o diretor, talvez sem imaginar que, minutos depois de encerrado o evento, o presidente do clube chegaria ao local para anunciar a prorrogação do contrato até 5 de agosto de 2015.
Antes disso, houve tempo para um momento ainda mais constrangedor do que as próprias justificativas sobre a polêmica. Chamado pelo assessor de imprensa, o mascote entrou na sala devidamente trajado e acenando para as câmeras. Na sequência, entregou uma peça a Casares e outra a Gouvêia, que vestiu a sua e garantiu: Ceni a estreará no domingo, diante do Figueirense, no Morumbi.
Nova renovação de Ceni levará diretoria a ter conversa com Denis
O único são-paulino a torcer pela aposentadoria de Rogério Ceni no ano passado era Denis. O reserva não torcia contra o capitão, a quem sempre demonstrou respeito, mas sim para finalmente ter uma sequência. Desta vez, ele chegou a ser bancado por Muricy Ramalho como o dono da posição para o início de 2015, mas a nova prorrogação do titular mudou tudo.
Tão logo comunicou o novo acordo, agora válido até 5 de agosto de 2015 (período suficiente para a disputa da Copa Libertadores), o presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, prometeu conversar com Denis para tranquilizá-lo. "Acabei de renovar com o Rogério. Me deem cinco minutos", disse o mandatário, no início da tarde desta sexta-feira, antecipando que pedirá paciência ao jogador de 27 anos.
No clube desde 2009 e com contrato até agosto de 2016, Denis nunca escondeu o anseio por assumir a meta - o que Ceni fez em definitivo mais novo (aos 24 anos, em 1997, ao substituir Zetti). Ainda na temporada passada, depois de grande atuação do ídolo em partida disputada no Chile, ele admitiu que não torcia por sua renovação.
"Estou me preparando para jogar quando ele parar. Não gostaria que ele renovasse por mais um ano, não. Vou ser bem sincero, porque acho que minha hora chegou. Já vou fazer 27 anos, e acho que está na hora de jogar", disse o reserva imediato da posição, em outubro de 2013, antes de Ceni decidir o contrário e prolongar o contrato por mais uma temporada.
Neste ano, além de Ceni ter adiantado em abril que desta vez pararia, o técnico Muricy Ramalho chegou a bancar Denis na posição a partir de janeiro. "Para ter comando, tem que ser correto, justo. O Denis teve paciência, treina todos os dias muito forte, é parceiro. É muito difícil ficar tanto tempo sem jogar, tem que ter caráter. O Denis tem que disputar campeonato para mostrar o trabalho dele. Ele é o goleiro para começar 2015", antecipou, no fim de outubro.
Passado pouco mais de um mês, porém, o desfecho se repetiu. Antes mesmo do anúncio da diretoria, o treinador não se arrependeu do que disse. "Quando dei esse apoio publico da definição mesmo, era com a seguinte frase: se o Rogério parar. Isso é bem claro. Só o técnico vindo a público para dizer que ele iria jogar, sem ele ter jogado muitas vezes, ele tem que estar muito tranquilo e contente", defendeu-se o chefe, aproveitando a ocasião para lembrar que recusou muitos reforços para o gol. "Não eram goleiros não mais ou menos, eram feras".
Tão logo comunicou o novo acordo, agora válido até 5 de agosto de 2015 (período suficiente para a disputa da Copa Libertadores), o presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, prometeu conversar com Denis para tranquilizá-lo. "Acabei de renovar com o Rogério. Me deem cinco minutos", disse o mandatário, no início da tarde desta sexta-feira, antecipando que pedirá paciência ao jogador de 27 anos.
No clube desde 2009 e com contrato até agosto de 2016, Denis nunca escondeu o anseio por assumir a meta - o que Ceni fez em definitivo mais novo (aos 24 anos, em 1997, ao substituir Zetti). Ainda na temporada passada, depois de grande atuação do ídolo em partida disputada no Chile, ele admitiu que não torcia por sua renovação.
"Estou me preparando para jogar quando ele parar. Não gostaria que ele renovasse por mais um ano, não. Vou ser bem sincero, porque acho que minha hora chegou. Já vou fazer 27 anos, e acho que está na hora de jogar", disse o reserva imediato da posição, em outubro de 2013, antes de Ceni decidir o contrário e prolongar o contrato por mais uma temporada.
Neste ano, além de Ceni ter adiantado em abril que desta vez pararia, o técnico Muricy Ramalho chegou a bancar Denis na posição a partir de janeiro. "Para ter comando, tem que ser correto, justo. O Denis teve paciência, treina todos os dias muito forte, é parceiro. É muito difícil ficar tanto tempo sem jogar, tem que ter caráter. O Denis tem que disputar campeonato para mostrar o trabalho dele. Ele é o goleiro para começar 2015", antecipou, no fim de outubro.
Passado pouco mais de um mês, porém, o desfecho se repetiu. Antes mesmo do anúncio da diretoria, o treinador não se arrependeu do que disse. "Quando dei esse apoio publico da definição mesmo, era com a seguinte frase: se o Rogério parar. Isso é bem claro. Só o técnico vindo a público para dizer que ele iria jogar, sem ele ter jogado muitas vezes, ele tem que estar muito tranquilo e contente", defendeu-se o chefe, aproveitando a ocasião para lembrar que recusou muitos reforços para o gol. "Não eram goleiros não mais ou menos, eram feras".
Estamos juntos em mais uma Libertadores", diz Ceni à torcida
Terminado o suspense sobre seu futuro, com a prorrogação do contrato até 5 de agosto de 2015, Rogério Ceni deu um breve recado à torcida do São Paulo por meio de uma conta do clube em uma rede social.
"Oi, gente, torcedor são-paulino. Queria agradecer de coração a força que vocês me deram, o grito da arquibancada, o apoio de todos os dias, as mensagens, enfim. Estamos juntos em 2015 em mais uma Copa Libertadores", disse o goleiro.
A mensagem confirma o que o período do novo vínculo já indicava: o jogador de 41 anos decidiu prolongar a carreira devido à chance de disputar mais uma vez o torneio de que mais gosta e que conqusitou duas vezes (1993 e 2005), a primeira delas na reserva de Zetti.
Segundo o presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, caso o São Paulo seja campeão continental, o acordo "certamente será prorrogado" novamente a fim de que o capitão dispute o Mundial no fim da temporada.
Ao todo, o goleiro-artilheiro tem 123 gols e 1.183 partidas. A próxima será no domingo, diante do Figueirense, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Já garantido na próxima edição da Libertadores, o São Paulo busca a vitória para garantir vaga direta na fase de grupos.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
São Paulo escorrega no Morumbi e cai nos pênaltis diante do Nacional, pela Sul-Americana
Uma das vagas na final da Copa Sul-americana é colombiana. Na chuvosa noite desta quarta-feira, o São Paulo jogou bem contra o Atlético Nacional e devolveu o placar de 1 a 0 no tempo regulamentar com gol de Paulo Henrique de Ganso, mas caiu nos pênaltis - já no início da madrugada de quinta - e deu ao rival a credencial para enfrentar Boca Juniors ou River Plate na decisão do torneio continental.Depois de um primeiro tempo arrastado, com muita cera da equipe colombiana e poucas chances para os dois lados, o São Paulo voltou incisivo do intervalo e abriu o placar aos oito minutos, em cobrança de falta de Ganso sem desvio no meio da área. Daí em diante, a partida ficou aberta, mas as melhores oportunidades foram criadas pelo time brasileiro, que só não chegou à vantagem definitiva por conta do goleiro Franco Armani e da trave direita.
Igualado o placar agregado, a classificação teve que ser decidida nos pênaltis. De última hora, através de um notebook, Rogério Ceni assistiu à algumas cobranças de jogadores adversários. A cola, no entanto, não funcionou. Os visitantes iniciaram a disputa e converteram com Bocanegra. Na sequência, Alan Kardec (que havia começado a semifinal no banco) escorregou e chutou por cima. Segundo a cobrar, Rogério Ceni balançou a rede, mas Rafael Toloi também perdeu sua tentativa e permitiu que o Nacional, com Valencia, Cardona e Ruíz, passasse de fase.
Horas antes da partida, a chuva que caiu na capital paulista quase ameaçou a realização da semifinal e já prenunciava que talvez a noite não fosse tão boa. Funcionários do Morumbi precisaram usar rodo para tirar o excesso de água no gramado, e a energia sofreu duas quedas, a última delas a 15 minutos do horário marcado para o início do jogo. O clube agiu rápido, no entanto, e os refletores voltaram a ser acesos sem provocar atraso.
Com bola rolando - sem qualquer poça no campo -, quem primeiramente arriscou foi o Nacional. Aos dois minutos, Bocanegra, que voltava da seleção colombiana, experimentou arremate da meia direita e mandou a bola muito alto, à esquerda de Rogério Ceni. A primeira finalização são-paulina também não demorou. Quatro minutos depois, foi a vez de Luis Fabiano bater de fora da área, sem perigo para Franco Armani.
O goleiro argentino do Nacional, que já havia sido protagonista de lance polêmico em Medellín ao cometer falta não assinalada em Alan Kardec fora da área - em carrinho que machucou o tornozelo direito do atacante, motivo pelo qual ele iniciou no banco de reservas nesta quarta-feira -, voltou a ser centro das reclamações. Desta vez por abusar da demora nas cobranças de tiro de meta. Ele recebeu cartão amarelo apenas no final do primeiro tempo, depois de muito chiarem os brasileiros.
Apesar da cera, a reposição de bola da equipe colombiana era muito boa, pelo chão, ao contrário da saída de jogo do São Paulo, quase sempre com chutões para o ataque, devido à boa marcação adversária. O time brasileiro, porém, trocava passes com mais qualidade quando tinha a posse de bola. Como aos 16 minutos, quando Michel Bastos notou invasão de Luis Fabiano dentro da área, e o atacante obrigou Franco Armani a fazer uma difícil defesa, no canto esquerdo, para sua defesa completar o corte.
O Nacional apostava na habilidade de seu camisa 10, mas a pontaria de Cardona não estava das melhores. Depois de cobrar mal duas faltas rasteiras e cabecear uma bola por cima do travessão, ele perdeu a grande chance da primeira etapa ao ficar cara a cara com Rogério Ceni, aos 42 minutos, e arrematar em cima do goleiro, para alívio da torcida tricolor, que compareceu em bom número e pediu em vão para o ídolo cobrar uma falta (mal batida por Michel Bastos) e gritou contra a arbitragem também para exigir pênalti inexistente em Luis Fabiano.
As queixas com a arbitragem continuaram no intervalo, por conta do acréscimo de apenas um minuto. Mas, reiniciado o jogo, o São Paulo voltou a se focar em abrir o placar. Aos quatro minutos, Michel Bastos finalizou para fora, na rede. Dois minutos depois, após receber ótimo passe de Ganso por trás da defesa, o meio-campista ficou de frente para Franco Armani e desperdiçou chance incrível, chutando em cima do goleiro.
Diante da ineficiência dos companheiros, Ganso resolveu por conta própria aos oito minutos. O meia cobrou falta da meia direita e, mesmo sem nenhum desvio na área, finalmente conseguiu vazar a meta colombiana, pondo fogo na partida. Só que as primeiras investidas depois do gol foram pelo alto, com cruzamentos que facilitaram o trabalho da retaguarda adversária e, aos poucos, deram ao Nacional tranquilidade para voltar também a atacar.
Com o jogo aberto e espaço para ambos os lados, o São Paulo teve duas excelentes oportunidades de ampliar a vantagem. Aos 24 minutos, Michel Bastos driblou Franco Armani e cruzou rasteiro para Kaká, de frente para a meta vazia, chutar na trave direita. No minuto seguinte, o goleiro do time colombiano espalmou finalização de Luis Fabiano no canto esquerdo baixo. O rebote voltaria para o atacante, porém Michel Bastos concluiu antes, para fora, e em condição irregular apontada pelo assistente.
Aos 33 minutos, o Nacional respondeu e quase empatou. Ruíz dominou na intermediária e finalizou rasteiro e firme. Rogério Ceni espalmou, mas soltou a bola e teve que contar com ajuda da defesa para evitar que o rebote fosse aproveitado. Foi depois disso a primeira substituição de Muricy Ramalho no São Paulo, sacando Kaká para dar lugar a Alan Kardec. O treinador ainda colocou Osvaldo, sem sucesso na tentativa de alcançar o segundo gol, que poderia ter evitado os pênaltis. Kardec e Rafael Toloi desperdiçaram suas cobranças, e o São Paulo foi eliminado, restando-lhe lutar no Brasileiro pelo vice-campeonato e a consequente classificação direta para a fase de grupos da Libertadores de 2015.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 (1) x (4) 0 ATLÉTICO NACIONAL-COL
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo-SP
Data: 26 de novembro de 2014, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano-EQU
Assistentes: Christian Lescano-EQU e Byron Romero-EQU
Público: 45.454 torcedores
Renda: R$ 2.625.000,00
Cartões amarelos: Álvaro Pereira e Luís Fabiano (São Paulo); Armani, Bocanegra, Mejía, Luís Ruíz e Copete (Atlético Nacional-COL)
GOL (TEMPO NORMAL)
SÃO PAULO: Ganso, aos 8 minutos do segundo tempo
PÊNALTIS
SÃO PAULO: Rogério Ceni marcou. Alan Kardec e Rafael Toloi desperdiçaram.
ATLÉTICO NACIONAL-COL: Bocanegra, Valencia, Cardona e Luís Ruíz marcaram.
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Hudson, Rafael Toloi, Edson Silva e Álvaro Pereira (Osvaldo); Denílson e Souza; Kaká (Alan Kardec), Ganso e Michel Bastos; Luís Fabiano
Técnico: Muricy Ramalho
ATLÉTICO NACIONAL-COL: Armani; Nájera (Copete), Henríquez e Murillo; Bocanegra, Diego Arias (Valencia), Mejía, Cardona e Farid Díaz (Bernal); Berrío e Luís Ruíz
Técnico: Juan Carlos Osorio
Rogério Ceni é o Rei de Copas em campo e nos jogos de baralho
Perto do 29º título em torneios eliminatórios, o camisa 01 também é Mito no carteado. Nas concentrações, o goleiro-artilheiro repete a gana por vitórias dos gramados
Falar da gana de Rogério Ceni para vencer no futebol é, como diz outro clichê, chover no molhado. A questão é que o maior ídolo da história do São Paulo também costuma transferir essa vontade que apresenta dentro de campo para atividades bem mais leves do que jogos em competições. O Mito é extremamente competitivo, do rachão ao jogo de truco no CT da Barra Funda. Já são 27 títulos em torneios eliminatórios e triunfos incontáveis com as cartas nas mãos.
O gosto de Ceni por jogos de baralho é antigo. Em 2002, o goleiro-artilheiro costumava formar dupla com o meia Ricardinho nas concentrações e quem acompanhava o clube de perto dizia que a parceria era praticamente invencível.
Hoje em dia, é comum vê-lo em rodas nos quartos do CT da Barra Funda ou dos hotéis em que o São Paulo se hospeda acompanhado de jogadores como Paulo Henrique Ganso, Alexandre Pato, Alan Kardec e Souza.
– Tem sempre um grupinho junto por aí. Ganso, Pato, Kardec... Nem sei mais quem, são vários. Eles jogam truco, pôquer, caixeta... E o pessoal fala que o Rogério é carniça em todos esses jogos. Parece que ele vende caro a derrota – brinca o preparador de goleiros Haroldo Lamounier.
Em entrevistas recentes, Kardec e Souza citaram os jogos de cartas para falar dos momentos em que conversam com Ceni. Ambos disseram que o camisa 01 não toca muito no assunto da dúvida sobre a aposentadoria. A concentração é total nos jogos de baralho para evitar derrotas para os companheiros. E se os colegas enjoaram das cartas, o Mito trata de inventar novos jogos.
– Gosta de tudo o que for de esporte. Joga vôlei, joga tênis, dama... Tudo quanto é tipo de jogo e competição ele pratica. Fica inventando jogo para participar – entrega Haroldo.
E se a vontade em campo rende até hoje resultados e recordes impressionantes, por que não repetir a fórmula na hora de se divertir? Para motivar os companheiros, Ceni chega a estipular apostas para os jogos e aí é que o clima de competição fica evidente. “Carniça” que é, o goleiro não poupa esforços para sair vitorioso das brincadeiras.
– Ele gosta de apostar e não gosta de perder – diz Haroldo.
O preparador de goleiros fala com bom humor sobre o hobby de Rogério Ceni e prega contra o moralismo sobre o assunto. Afinal...
– É assim... Quem de nós não gosta de ganhar, não é? (risos).
Falar da gana de Rogério Ceni para vencer no futebol é, como diz outro clichê, chover no molhado. A questão é que o maior ídolo da história do São Paulo também costuma transferir essa vontade que apresenta dentro de campo para atividades bem mais leves do que jogos em competições. O Mito é extremamente competitivo, do rachão ao jogo de truco no CT da Barra Funda. Já são 27 títulos em torneios eliminatórios e triunfos incontáveis com as cartas nas mãos.O gosto de Ceni por jogos de baralho é antigo. Em 2002, o goleiro-artilheiro costumava formar dupla com o meia Ricardinho nas concentrações e quem acompanhava o clube de perto dizia que a parceria era praticamente invencível.
Hoje em dia, é comum vê-lo em rodas nos quartos do CT da Barra Funda ou dos hotéis em que o São Paulo se hospeda acompanhado de jogadores como Paulo Henrique Ganso, Alexandre Pato, Alan Kardec e Souza.
– Tem sempre um grupinho junto por aí. Ganso, Pato, Kardec... Nem sei mais quem, são vários. Eles jogam truco, pôquer, caixeta... E o pessoal fala que o Rogério é carniça em todos esses jogos. Parece que ele vende caro a derrota – brinca o preparador de goleiros Haroldo Lamounier.
Em entrevistas recentes, Kardec e Souza citaram os jogos de cartas para falar dos momentos em que conversam com Ceni. Ambos disseram que o camisa 01 não toca muito no assunto da dúvida sobre a aposentadoria. A concentração é total nos jogos de baralho para evitar derrotas para os companheiros. E se os colegas enjoaram das cartas, o Mito trata de inventar novos jogos.
– Gosta de tudo o que for de esporte. Joga vôlei, joga tênis, dama... Tudo quanto é tipo de jogo e competição ele pratica. Fica inventando jogo para participar – entrega Haroldo.
E se a vontade em campo rende até hoje resultados e recordes impressionantes, por que não repetir a fórmula na hora de se divertir? Para motivar os companheiros, Ceni chega a estipular apostas para os jogos e aí é que o clima de competição fica evidente. “Carniça” que é, o goleiro não poupa esforços para sair vitorioso das brincadeiras.
– Ele gosta de apostar e não gosta de perder – diz Haroldo.
O preparador de goleiros fala com bom humor sobre o hobby de Rogério Ceni e prega contra o moralismo sobre o assunto. Afinal...
– É assim... Quem de nós não gosta de ganhar, não é? (risos).
São Paulo aposta em mística do Morumbi para ir à final da Sul-Americana
Contra o Atletico Nacional (COL), Tricolor espera mais de 50 mil pessoas no estádio para manter retrospecto positivo em jogos como este. Time precisa de dois gols de diferença
Adversário estrangeiro, jogo internacional, 50 mil pessoas no Morumbi. A combinação remete o torcedor aos duelos pela Copa Libertadores, título que o São Paulo já conquistou três vezes e pelo qual é obcecado. E é no potencial desta mística que o clube aposta para superar o Atletico Nacional (COL) nesta quarta-feira e chegar à final da Copa Sul-Americana, em busca do bicampeonato.
Até esta terça-feira, o São Paulo já tinha vendido 39 mil ingressos e espera ultrapassar os 50 mil até o duelo, que começa às 22h desta quarta. Se isso acontecer, o retrospecto da equipe nestas condições vira uma arma. Nunca foi derrotado, em 18 jogos: são 15 vitórias e três empates.
No caso, não consta a derrota na final da Libertadores-2006, já que o adversário foi nacional, ou o Internacional de Porto Alegre. E também é bom lembrar que um triunfo apenas não basta. Como perdeu o jogo de ida por 1 a 0, o Tricolor precisa de dois ou mais gols de diferença para avançar à final e fazer o duelo contra um dos gigantes argentinos Boca Juniors ou River Plate.
Um ponto a favor da equipe de Muricy Ramalho é o elenco recheado de estrelas, confirmadas para o embate. Rogério Ceni, Alvaro Pereira, Michel Bastos, Ganso, Kaká, Luis Fabiano, Alexandre Pato, todos já têm vasta experiência internacional, seja conquistando títulos, ou com passagens por seleções: dos citados, apenas Ganso e Pato ainda não disputaram uma Copa do Mundo.
Do lado do Nacional, o técnico Juan Carlos Osório fechou o treinamento que fez no Brasil para definir o time, mas a base do primeiro jogo deve ser mantida. Ele ainda recebeu os reforços de Bocanegra e Mejia, que estavam servindo a seleção colombiana.
CONFIRA OS JOGOS EM QUE O SÃO PAULO ATUOU COM TIME ESTRANGEIRO E MAIS DE 50 MIL PESSOAS NO MORUMBI:
25/01/1970 - Amistoso - São Paulo 1 x 1 Porto-POR - 107.869 pagantes
31/08/1994 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 Vélez-ARG - 92.560 pagantes
09/06/2004 - Libertadores da América - São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL - 70.504 pagantes
25/01/1968 - Amistoso - São Paulo 3 x 2 Benfica-POR - 66.885 pagantes
02/08/2006 - Libertadores da América - São Paulo 3 x 0 Chivas-MEX - 66.750 pagantes
19/07/2006 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 Estudiantes-ARG - 66.056 pagantes
12/05/2004 - Libertadores da América - São Paulo 2 x 1 Rosário Central-ARG - 59.468 pagantes
19/05/2004 - Libertadores da América - São Paulo 3 x 0 Deportivo Táchira-VEN - 56.853 pagantes
02/10/1960 - Torneio Internacional de Inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo - São Paulo 1 x 0 Sporting-POR - 56.448 pagantes
28/11/2012 - Copa Sul-americana - São Paulo 0 x 0 Universidad Católica-CHI - 55.286 pagantes
26/02/2004 - Libertadores da América - São Paulo 3 x 1 Cobreloa-CHI - 54.748 pagantes
10/03/2004 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 LDU de Quito-EQU - 52.262 pagantes
21/04/2010 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 Once Caldas-COL - 50.461 pagantes
05/05/1993 - Libertadores da América São Paulo 1 x 0 Cerro Porteño-PAR - 50.446 pagantes
Adversário estrangeiro, jogo internacional, 50 mil pessoas no Morumbi. A combinação remete o torcedor aos duelos pela Copa Libertadores, título que o São Paulo já conquistou três vezes e pelo qual é obcecado. E é no potencial desta mística que o clube aposta para superar o Atletico Nacional (COL) nesta quarta-feira e chegar à final da Copa Sul-Americana, em busca do bicampeonato.
Até esta terça-feira, o São Paulo já tinha vendido 39 mil ingressos e espera ultrapassar os 50 mil até o duelo, que começa às 22h desta quarta. Se isso acontecer, o retrospecto da equipe nestas condições vira uma arma. Nunca foi derrotado, em 18 jogos: são 15 vitórias e três empates.
No caso, não consta a derrota na final da Libertadores-2006, já que o adversário foi nacional, ou o Internacional de Porto Alegre. E também é bom lembrar que um triunfo apenas não basta. Como perdeu o jogo de ida por 1 a 0, o Tricolor precisa de dois ou mais gols de diferença para avançar à final e fazer o duelo contra um dos gigantes argentinos Boca Juniors ou River Plate.
Um ponto a favor da equipe de Muricy Ramalho é o elenco recheado de estrelas, confirmadas para o embate. Rogério Ceni, Alvaro Pereira, Michel Bastos, Ganso, Kaká, Luis Fabiano, Alexandre Pato, todos já têm vasta experiência internacional, seja conquistando títulos, ou com passagens por seleções: dos citados, apenas Ganso e Pato ainda não disputaram uma Copa do Mundo.
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31/08/1994 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 Vélez-ARG - 92.560 pagantes
09/06/2004 - Libertadores da América - São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL - 70.504 pagantes
25/01/1968 - Amistoso - São Paulo 3 x 2 Benfica-POR - 66.885 pagantes
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19/07/2006 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 Estudiantes-ARG - 66.056 pagantes
12/05/2004 - Libertadores da América - São Paulo 2 x 1 Rosário Central-ARG - 59.468 pagantes
19/05/2004 - Libertadores da América - São Paulo 3 x 0 Deportivo Táchira-VEN - 56.853 pagantes
02/10/1960 - Torneio Internacional de Inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo - São Paulo 1 x 0 Sporting-POR - 56.448 pagantes
28/11/2012 - Copa Sul-americana - São Paulo 0 x 0 Universidad Católica-CHI - 55.286 pagantes
26/02/2004 - Libertadores da América - São Paulo 3 x 1 Cobreloa-CHI - 54.748 pagantes
10/03/2004 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 LDU de Quito-EQU - 52.262 pagantes
21/04/2010 - Libertadores da América - São Paulo 1 x 0 Once Caldas-COL - 50.461 pagantes
05/05/1993 - Libertadores da América São Paulo 1 x 0 Cerro Porteño-PAR - 50.446 pagantes
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